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The Perks of Being a Wallflower, de Stephen Chbosky

Sinopse: Charlie é um caloiro. E ainda que ele não seja o maior nerd da escola, ele não é, de todo, popular. Tímido, introspectivo e com uma inteligência incomum para a sua idade, é, contudo, socialmente desajeitado, um "wallflower", preso entre tentar viver a sua vida e tentar fugir dela. 
Charlie está a tentar navegar o seu caminho através de território inexplorado: o mundo das primeiras saídas e cassetes personalizadas, dramas familiares e novos amigos; o mundo do sexo, das drogas e de The Rocky Horror Picture Show, quando tudo o que uma pessoa precisa é aquela canção perfeita naquela perfeita viagem de carro para nos sentirmos infinitos. Mas Charlie não pode ficar sobre a linha lateral para sempre. Permanecer nas margens da vida oferece uma perspectiva única. Mas chega uma altura em que tem de se olhar do meio da pista de dança. As Vantagens de Ser Invisível é uma história profunda sobre o crescimento, que trará de volta àqueles loucos dias conhecidos como crescer.


Opinião: O maior erro que qualquer leitor ávido (e apaixonado por livros) pode fazer: vi o filme antes de ler o livro. Felizmente para mim, uma vez que a minha memória a longo prazo é um pouquinho má, e porque só vi o filme uma vez, esqueci completamente tudo o que tinha visto!
Este é, sem dúvida, um dos melhores livros que eu já li! É um livro que todos se podem relacionar de alguma forma, porque todos nós já fomos adolescentes e todos já passámos pelas mesmas provações que os adolescentes (normalmente) passam.
Este é um livro que celebra o facto de se ser diferente e peculiar, e que nos ensina a abraçar essa peculiaridade e a olhar além da superfície.
Apesar de tudo, eu não quero falar muito sobre este livro por medo de estragá-lo, pois acredito que a leitura deste livro é uma experiência que toda a gente, e mesmo TODA A GENTE deve ter, pelo menos, uma vez na vida. 

Tudo o que vou dizer, no entanto, é que ADOREI este livro e recomendo-o completamente!!! (e a edição que li, em cima na foto, é LINDA DE MORRER!)



Edição/reimpressão: 2009
Páginas: 224
Editor: Simon & Schuster Ltd.
ISBN: 9781847394071
Idioma: Inglês





Classificação: 5/5 estrelas
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Thirteende Tom Hoyle

Sinopse: Não recomendado para crianças menores de 12 anos de idade. Nascido à meia-noite, em Londres, no início do novo milénio, Adam é o alvo de um culto que acredita que os meninos nascidos nesta data devem morrer antes do final do seu décimo terceiro ano. Doze rapazes foram mortos até agora. Coron, o líder do culto louco, não irá parar até conseguir o que quer: o nascimento de um novo reino. E agora está a planejar um extravagante atentado em Londres para celebrar o sacrifício da sua última vítima: Adam. Treze é o primeiro livro de uma emocionante série de acção e a obra de estreia do autor Tom Hoyle.

Opinião: A premissa deste livro é, no mínimo, cativante! A execução? Bom, talvez, não tanto!
Não me interpretem mal, eu até gostei do livro e estou, na verdade, entusiasmada e curiosa para saber o que acontece no próximo livro (intitulado Spiders), no entanto achei que este livro teve um final muito rápido, muito abrupto.
Em Thirteen, é-nos contada a história de Adam, um rapaz que nasceu ao som das dozes badaladas do novo milénio, em Londres, que se torna, então, o alvo de um culto que acredita que meninos nascidos nesta data devem ser mortos antes de se tornarem homens - ou seja, antes de completarem quatorze anos.
Assim, seguimos Adam e acompanhamos como ele é perseguido e como tenta desesperadamente sobreviver, enquanto tenta também perceber o que está a acontecer com ele e porque é que está a acontecer.
Embora a acção tenha sido muito emocionante e conseguiu manter-me constantemente agarrada ao livro para saber o que acontecia a seguir, à medida que me aproximava do fim, achei que tudo aconteceu tão depressa que acabou por me deixar algo desapontada! Atenção, a acção durante todo o livro é rápida, e só tem piada assim, pois há que acompanhar a tensão da perseguição. No entanto, estava à espera de um pouco mais no final e deixou-me com aquela sensação de ser um final incompleto. Claro que esta sensação é, se calhar, propositada, uma vez que este livro tem continuação. Assim, apenas posso dizer que estou curiosa para ver como esta história realmente se desenrola e termina (terminará realmente?) no próximo livro.

Devo também acrescentar que fisicamente este livro é lindíssimo. Adoro livros que tenham as bordas das páginas pintadas, e este livro é um deles. Como não tinha nenhuma fotografia disponível, retirei uma da net para vos mostrar o quão lindo é este livro (fisicamente). Espero que gostem!


Caso estejam interessados no livro, é só carregarem no título do mesmo (em cima) que serão redireccionados para o site da Wook. Se preferirem, deixo-vos aqui também o link deste livro no BookDepository (já que o preço é mais acessível e os portes são gratuitos).


Edição/reimpressão: 2014
Páginas: 336
Editor: Pan MacMillan
ISBN: 9781447250449

Idioma: Inglês


Classificação: 3/5 estrelas
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Voo da Cotoviade Kathryn Erskine


Sinopse: Caitlin é uma menina de dez anos muito especial. Por sofrer da síndrome de Asperger, tudo o que não seja a preto e branco é-lhe confuso. Dantes, quando as coisas se tornavam confusas, Caitlin podia contar com a ajuda do irmão mais velho, Devon. Mas Devon morreu e o pai está tão perturbado que não lhe consegue estender a mão. É então que um dia Caitlin ouve a expressão «fazer o luto» e percebe que é exatamente aquilo de que precisa. Mas, para consegui-lo, terá de descobrir que o mundo está na realidade cheio de cores - estranhas e belas. 

Opinião: Sempre me interessei por este tipo de temas, portanto quando li a sinopse deste livro, fiquei imediatamente interessada.

Neste livro, é-nos contada a história de Caitlin, uma menina de 10 anos com síndrome de asperger e que perdeu recentemente o seu irmão. O irmão era a ponte que ligava Caitlin ao mundo, que a ensinava os comportamentos que ela deveria ter, o que ela deveria ou não dizer; com a ausência dele, a menina começa a sentir-se sozinha e perdida. Com o passar do tempo, ela vai apercebendo-se da importância de "fazer o luto" - um conceito que ela não fazia a mínima ideia do que significava.

Esta foi, sem dúvida, uma leitura muito cativante para mim. Adorei este livro! A sua beleza reside na sua simplicidade, pois este não é apenas um livro sobre Asperger's e sobre luto; vai muito mais além, abordando a importância da família e da amizade. Aliás, a leitura deste livro tornou-se ainda mais gratificante e importante para mim, uma vez que eu conheci uma pessoa com este síndrome, e na minha inocente ignorância, eu não entendia o que realmente significava ter Asperger's. Não é uma doença, mas um distúrbio mental, uma maneira, uma perspectiva completamente diferente de ver e encarar o mundo. Tornou-se portanto não só interessante, mas também crucial ver o mundo através dos olhos da pequena Caitlin.


Escusado será, então, dizer, que altamente recomendo este livro FANTÁSTICO!


Caso estejam interessados em adquirir este livro, é só carregar no título que serão redireccionados para a página da Wook.




Edição/reimpressão: 2012
Páginas: 180
Editor: Editorial Presença
ISBN: 9789722348515


Classificação: 5/5 estrelas
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Sinopse: Jude e o seu irmão gémeo Noah são inseparáveis. Aos 13 anos, Noah é um jovem tímido e solitário que adora desenhar. Jude, pelo contrário, é extrovertida, tagarela e sociável. Três anos mais tarde, tudo se altera. Jude e Noah mal falam um com o outro. Um trágico acontecimento afetou os gémeos de forma dramática… Até que Jude conhece Guillermo Garcia na Escola das Artes, um escultor ousado e bem-parecido que vai ter um papel determinante na vida dos irmãos. O que os gémeos não sabem é que cada um deles conhece somente metade da história das suas vidas e, se conseguirem reaproximar-se, terão a oportunidade de reconstruir o seu mundo. Este livro fulgurante da aclamada e premiada autora, Jandy Nelson, deixará o leitor sem fôlego, com lágrimas nos olhos e um sorriso nos lábios… tudo ao mesmo tempo.

Opinião: COMO EU QUERIA ESTE LIVRO! Já andava a cobiçá-lo desde que este tinha saído em inglês, mas uma vez que a edição que eu queria era um pouquinho cara, fui sempre aguardando e esperando que baixasse de preço. Foi o destino! Eu estava destinada a esperar que a Editorial Presença pudesse fazer-me uma pessoa feliz e publicasse este livro em português! E assim que saiu, eu não hesitei!

À primeira vista é impossível não admirar a beleza da capa deste livro: ela é simplesmente linda! Está repleta de cores vivas e alegres, salpicos de tinta com todas as cores do arco-íris que evocam os sentimentos mais positivos. Este é um aspecto muito interessante, uma vez que as personagens estão, na sua maioria, todas relacionadas com o mundo da arte, do desenho, da escultura e da pintura!
Neste livro é-nos contada a história de dois irmãos gémeos, Noah e Jude, que não podiam ser mais diferentes um do outro: Noah é um rapaz tímido, introvertido, com uma enorme paixão pelo desenho e pela pintura, que se apaixona por Brian, um interessante e, também, peculiar rapaz que mora na casa ao lado. Pelo contrário, Jude é uma rapariga alegre, extrovertida, sociável e destemida, que gosta de fazer surf, saltar de penhascos e mergulhar no mar. E apesar de serem quase o oposto um do outro são muito próximos. No entanto, passados três anos, o forte laço de amizade que partilham encontra-se quebrado e a proximidade que tiveram em tempos desapareceu. Algo de muito trágico aconteceu nas suas vidas que os quebrou e os afastou um do outro. E é muito interessante ver como estes irmãos mudaram tanto, passados três anos. É como se tivessem trocado de corpo, as suas personalidades dão uma volta de 180º e deixaram de ser eles próprios.

Esta história é contada a duas vozes, e portanto de duas perspectivas diferentes, e em dois períodos distintos das suas vidas: Noah conta-nos os eventos que ocorrem quando os irmãos têm entre os 13 anos e os 14, e conta-os da sua perspectiva, enquanto que Jude conta os eventos ocorridos quando os irmãos têm 16 anos. E à medida que a história vai avançando, o leitor vai andando para a frente e para trás, conhecendo assim o presente e o passado destas personagens, bem como os seus pontos de vista, e percebendo que, sem o saberem, Noah e Jude conhecem apenas metade da história das suas vidas. Portanto, ao contarem os eventos da sua perspectiva única, o leitor sabe que determinada situação que Jude, por exemplo, nos relata não aconteceu exactamente da forma que ela pensa ou pela razão que ela julga que aconteceu. Esta forma de escrita da autora é, na minha opinião, fantástica, uma vez que permite ao leitor interligar as diferentes situações explicadas nas duas perspectivas e nos diferentes períodos de tempo, ligando todos os pontos da história antes das personagens o perceberem.

A verdadeira reviravolta na história ocorre quando Jude conhece Guillermo Garcia, um famoso e ousado escultor e antigo professor de arte, que irá desempenhar um importantíssimo papel na história e na vida dos irmãos. 

Sei que terminei a leitura deste livro com um sorriso estúpido nos lábios e aconselho vivamente a sua leitura a toda a gente. Apesar de ser um livro claramente para adolescentes, todos nós já o fomos: já passámos as mesmas fases que os protagonistas, tivemos as mesmas sensações, os mesmos sentimentos, tivemos as mesmas dúvidas e inseguranças, e este livro explora todos esses aspectos de uma forma brilhante. Esta história de Jandy Nelson consegue ser tudo num só: consegue ser alegre e divertida, apaixonante e triste ao mesmo tempo; consegue deixar-nos com o coração leve e fazer-nos rir à gargalhada, e no minuto seguinte, consegue deixar-nos a um canto a chorar, emocionados e de coração agitado! 

Deixo-vos com a minha citação preferida deste livro e que faz tanto sentido, tanto no contexto desta história como fora dela. E sei que eu estava destinada a esperar pela publicação deste livro fantástico!!






Edição/reimpressão: 2015
Páginas: 336
Editor: Editorial Presença
ISBN: 9789722355858

Classificação: 5/5 estrelas
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Sinopse: Frankenstein conta a história de Victor Frankenstein, um jovem estudante, que a partir de corpos de seres humanos que obtinha em cemitérios e hospitais consegue dar vida a um monstro que se revolta contra a sua triste condição e persegue o seu criador até à morte.
Frankenstein foi adaptado inúmeras vezes ao cinema, mas a mais memorável imagem do monstro foi encarnada pelo actor Boris Karloff, em 1931, fazendo ainda hoje parte da cultura popular.

Opinião: Este livro foi o primeiro clássico da literatura inglesa que eu li em português, e devo confessar que foi uma experiência extremamente estranha.
Em primeiro lugar, decidi ler este livro para o Desafio de Leitura 2015 a que me propus no início do ano (e do qual já falei alguma vezes) sob a categoria de um livro escrito por alguém com menos de 30 anos - e para todos vocês que possam não saber, a Mary Shelley escreveu esta história quando tinha apenas 18 anos e enquanto viajava pela Europa com o seu marido Percy Shelley. E aproveitei logo pois este livro foi uma das minhas compras na Feira do Livro de Lisboa 2014.
Em segundo lugar, decidi ler este livro porque sempre tive uma enorme fascinação com histórias de monstros, e esta é uma famossíssima história de monstro, portanto eu estava cheia de curiosidade para começar!
Frankenstein conta a história de Victor Frankenstein, um jovem e dedicado estudante de ciência que, completamente frenético e obcecado por ciência, que decide um dia começar a fazer experiências. É durante uma dessas experiências inortodoxas que ele cria uma grotesca e deformada criatura. Victor despreza a sua criação desde o primeiro momento em que lhe dá vida e depressa se arrepende do que fizera e do quão longe tinha ido ao tentar "ser Deus".
Esta criação é descrita como uma criatura gigantesca, grotesca, deformada, são utilizados termos perojativos como "monstro"; é transmitida uma ideia muito negativa sobre esta personagem. Esta criatura tem de se esconder do mundo, um mundo que é incapaz de o aceitar como é, e assim vive, escondida. É durantes esses seus dias em que vive escondido que começa a aprender a falar, apenas pelo poder da observação, pelo que vê e ouve. Isto é algo que acho ABSOLUTAMENTE fascinante pois assim que o monstro de Frankenstein começa a aprender a falar e tem várias abordagens à linguagem e à língua, ele começa a articular cada vez melhor os seus pensamentos e ao fazê-lo, consegue desenvolver uma consciência.
Quanto ao seu criador, Victor, envergonhado e com remorsos pelo que tinha feito, persegue a sua criação com o intuito de matá-la.
E no final da história o que é mais interessante é assistir a esta dicotomia tão evidente e perceber quem, afinal, é o Homem e quem é o Monstro.

Em muitos aspectos esta história lembrou-me o clássico filme da Disney, O Corcunda de Notre Dame (que é um dos meus filmes preferidos). Decerto perceberão o que quero dizer e onde quero chegar ao aproximar estas duas histórias, pois são muito semelhantes.

Em suma, este é um clássico que, sem dúvida alguma, recomendo a toda a gente mas devo admitir que esta foi a primeira e a última vez que li um clássico da literatura inglesa em português - tive a oportunidade de ler apenas algumas passagens na língua original e sinto que grande parte da magia desta história foi perdida na tradução. Acredito e sei que é muito difícil fazer uma tradução, e mais difícil que essa tradução seja fiel ao original, mas não gostei da mesma em muitas ocasiões, pois senti que dificultou a minha motivação para continuar a leitura.
Para terminar, deixo-vos com uma fotografia da minha autoria com a minha citação preferida deste livro; na fotografia a citação está em português, e na legenda está o original.


"Alas! Victor, when falsehood can look so like the truth, who can assure themselves of certain happiness?"

Edição/reimpressão: 2009
Páginas: 240
Editor: BIS (Livro de Bolso)
ISBN: 9789896530198



Classificação: 5/5 estrelas




Sinopse: Dois em um, isto é, dois clássicos da literatura infantil, "As Aventuras de Alice no País das Maravilhas" e "Alice do Outro Lado do Espelho" num só livro. A edição tem ainda as ilustrações de John Tenniel que acompanharam as primeiras edições de ambos os livros. 
Lewis Carroll, pseudónimo de Charles Dogson, diácono, matemático, lente da Universidade de Oxford e fotógrafo amador, contava estas histórias, que depois passaria à escrita, para entreter as meninas Liddell, filhas do deão da Igreja de Cristo em Oxford, especialmente Alice, a sua favorita. De aí para cá foram, e continuaram certamente a ser, milhões de crianças fascinadas pelo universo fantástico da pequena Alice e do seu cortejo de animais e objectos que falam.

Opinião: Este é um livro simplesmente delicioso! Obviamente, já conhecia esta história graças à sua adaptação cinematográfica da Disney - com a qual muitos de nós, decerto, crescemos - e já tinha lido o original há uns anos atrás; já desde essa altura o adorei (e aqui devo realçar o quão fiel e próxima da história original está a adaptação da Disney). Mas decidi voltar a ler este livro por duas razões: a primeira prendia-se com o facto de agora, após ter ganho muito mais conhecimento sobre linguística inglesa, formação de palavras e literatura inglesa no geral - matérias nas quais Lewis Carroll é um nome de referência - estava muito curiosa para descortinar, analisar e aplicar tudo o que tinha conhecimento, e assim voltar a desvendar o País das Maravilhas. A segunda razão desta minha decisão foi por ter atribuído esta obra de Lewis Carroll a uma das categorias do Desafio de Leitura de 2015 a que me propus no início deste ano (e cujo post marca o início deste blog). A categoria escolhida foi "um livro que foi banido", e pelo que sei, este foi um dos livros mais banidos em todo o mundo.
Posto isto, só tenho a dizer que fiquei encantadíssima ao redescobrir o quão incrivelmente rica e complexa esta história realmente é, mas conseguindo manter-se, ao mesmo tempo, cativante, engraçadíssima e muito divertida até mesmo para aqueles sem grande conhecimentos das áreas de estudo que mencionei acima. Os capítulos são relativamente curtos e de leitura fácil de acompanhar; o enredo, esse, sendo por vezes tão "nonsense", tão sem nexo transporta-nos para um mundo tão mágico e incrivelmente curioso e cómico, um autêntico País das Maravilhas.
Lewis Carroll não só criou um mundo mágico de refúgio para nós como criou personagens intemporais que nos acompanham e não nos deixam sentir que estamos sozinhos no nosso "mundo de loucura". Falo, obviamente, de personagens inesquecíveis tais como o Chapeleiro Louco (Mad Hatter), a Lebre (March Hare), o Coelho Branco (White Rabbit), a Rainha de Copas (Red Queen) que ao mínimo sinal de desrespeito, ordena imediamente a decapitação, e claro, o Gato de Cheshire (Cheshire Cat) que é, sem dúvida, a minha personagem preferida (tal como acredito que seja a de muitos de vocês, meus queridos leitores)!
Escusado será dizer, portanto, que aconselho vivamente a toda a gente a leitura desta história, pois é uma história intemporal sendo apropriada para todas as idades!

Esta edição conta também com as FABULOSAS ilustrações originais de John Tenniel!

Edição/reimpressão: Dezembro 2009
Páginas: 304
Editor: Penguin Books
ISBN: 9780143117735

Idioma: Inglês


Classificação: 5/5 estrelas


Uma vez que aconselho este livro a toda a gente, podem adquiri-lo no site da Wook a preços fantásticos. Deixo-vos com o link directo em baixo:

Aventuras de Alice no País das Maravilhas - www.wook.pt




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